Disparidades territoriais e migração interna: uma análise baseada no equilíbrio espacial
DOI:
https://doi.org/10.7764/EURE.52.155.03Palavras-chave:
qualidade de vida, mobilidade, urbanizaçãoResumo
Este artigo examina as variações nas condições de vida e nos padrões de migração entre os municípios do Equador. Discute-se de que maneira os custos e benefícios dos diferentes municípios se compensam, avaliando-se a relação entre diversos indicadores de bem-estar e a densidade populacional. É estimado um modelo que relaciona a taxa líquida de migração à produtividade e a diferentes amenidades. Os resultados indicam que, apesar de apresentarem maior produtividade, os municípios mais densamente povoados não compensam seus custos mais elevados através de salários substancialmente maiores, mas sim por melhores equipamentos, serviços e maior nível de consumo. Os homicídios e os processos de suburbanização foram os principais fatores associados às taxas líquidas de migração.
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